Restrição Calórica e Longevidade (Um dos 600 Blogs do Painel do Coronel Paim)
sexta-feira, 13 de abril de 2012
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terça-feira, 27 de março de 2012
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domingo, 11 de março de 2012
Alimentação Mediterrânea: a Dieta da Longevidade

Quem não gostaria de viver em um local que fosse reconhecido mundialmente pelo fato de seus habitantes apresentarem uma vida saudável, com os menores índices de doenças crônicas?
Pois, essa região é a mediterrânea! Formada por países de três continentes diferentes - Itália, Espanha, Grécia, Iugoslávia, França e Albânia (da Europa), Egito, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos (da África), Turquia, Israel, Síria e Líbano (da Ásia) - onde todos são banhados pelo mesmo Mar: o Mediterrâneo.
Apesar das inúmeras diferenças culturais, econômicas e sociais entre eles, certas características geográficas (clima, temperatura, solo) influenciaram sua agricultura e, conseqüentemente, seus hábitos alimentares, ao longo dos séculos.
Apesar das inúmeras diferenças culturais, econômicas e sociais entre eles, certas características geográficas (clima, temperatura, solo) influenciaram sua agricultura e, conseqüentemente, seus hábitos alimentares, ao longo dos séculos.
A dieta dos países mediterrâneos é composta pelo alto consumo de frutas, hortaliças (verduras e legumes), cereais, leguminosas (grão-de-bico, lentilha), oleaginosas (amêndoas, azeitonas, nozes), peixes, leite e derivados (iogurte, queijos), vinho e azeite de oliva.
Mas, o que a faz diferente em relação à alimentação das outras regiões do mundo? Há um baixo consumo de carnes vermelhas, gorduras de origem animal, produtos industrializados e doces (ricos em gordura e açúcar).
Analisando os principais benefícios provenientes dos alimentos dessa dieta, temos:
Frutas e hortaliças: por conterem grande quantidade de fibras e antioxidantes (como beta-caroteno, licopeno, vitaminas E e C) previnem o câncer.
Cereais: são essencialmente fornecedores de energia para o organismo; mas, se forem integrais, também contribuem com vitaminas do Complexo B, vitamina E, selênio e fibras.
Leguminosas: são fonte de fibras e proteínas vegetais. As fibras combatem a constipação, evitam o câncer do cólon e reto (regiões do intestino grosso) e diminuem o nível do colesterol "ruim" (LDL) prevenindo o aparecimento das doenças cardiovasculares.
Oleaginosas: por possuírem ácidos graxos mono e poliinsaturados, as oleaginosas reduzem a chance da pessoa desenvolver a hipercolesterolemia (colesterol alto no sangue). No entanto, quem faz um plano alimentar, com objetivo de emagrecer, não deve exceder em seu consumo, pois apesar das inúmeras vantagens, elas são muito calóricas.
Peixes: são ricos em ácidos graxos ômega - 3, dessa forma, atuam contra o aparecimento de uma variedade de doenças, incluindo hipertensão, aterosclerose, doenças do coração e câncer.
Iogurtes: além de serem fonte de cálcio, contém lactobacilos (microorganismos vivos). O cálcio contribui para a prevenção da osteoporose e os lactobacilos beneficiam nossa flora intestinal, combatendo os microorganismos patogênicos que possam estar presentes nos intestinos.
Vinho tinto: por possuírem uma alta quantidade de flavonóides (antioxidantes), o vinho tinto evita a formação de placas de gorduras na parte interna dos vasos sanguíneos (ateromas), e por conseqüência, diminui o risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares. De acordo com a cultura mediterrânea, o consumo do vinho tinto deve ocorrer durante as refeições, pois a presença de alimentos ameniza os efeitos tóxicos do álcool no organismo.
Azeite de oliva: é rico em fenóis (antioxidantes) e em ácido graxo monoinsaturado, sendo que o último atua no aumento da taxa do colesterol "bom" (HDL), favorecendo nosso coração. Segundo o costume do povo mediterrâneo, o ideal é consumi-lo diariamente, para temperar as saladas, regar um peixe ou carne que irá assar, fazer um arroz... Mas, não podemos esquecer que o azeite, assim como qualquer outra gordura, é calórico. Portanto, seu consumo não deve ser exagerado!
Podemos observar que os alimentos que compõem a dieta mediterrânea são fontes de vitaminas, minerais, ácidos graxos mono e poliinsaturados, fibras e antioxidantes. Além disso, são facilmente encontrados aqui, no Brasil. Portanto, se desejamos ter uma vida longa, com saúde; devemos iniciar a introdução desses alimentos em nossas refeições diárias.
FONTE;
http://cyberdiet.terra.com.br/alimentacao-mediterranea-a-dieta-da-longevidade-2-1-1-92.html
FONTE;
http://cyberdiet.terra.com.br/alimentacao-mediterranea-a-dieta-da-longevidade-2-1-1-92.html
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Comer pouco aciona enzima associada à longevidade
Imagem: (Foto Divulgação)
Pesquisa descobriu que enzima ajuda as células no processo de divisão quando possui poucos nutrientes, impedindo alterações no material genético.
BEM-ESTAR Atualizado em 9 de janeiro de 2012, às 17:52 por Marília F. Silva
A restrição da ingestão de calorias já foi associada de várias maneiras com a longevidade em diversas espécies. Um estudo recente feito pelo Centro Médico da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, identificou o mecanismo que libera esse procedimento. De acordo com o estudo, a redução no número de nutrientes faz com que a enzima quinase ativada em AMP (AMPK) ajude a concluir o procedimento de divisão da célula.
Especialistas descobriram que a AMPK é hábil para identificar quando o número de nutrientes no organismo é insuficiente. Nessa situação, ela começa um processo que estabiliza a divisão das células normais, cancerígenas e das células-tronco, impedindo que as transformações no material genético celular sucedam durante o processo e liberem problemas como o câncer.
“Geralmente a ação das enzimas é muito específica, e a AMPK é ativada somente quando há falta de nutrientes, distribuindo nas células a energia necessária para a reprodução”, afirma o geriatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Fernando Bignardi.
Apesar de outras análises já terem comprovado a importância dessa enzima na relação entre comer pouco e longevidade, essa atuação específica ainda não era conhecida. A AMPK é hábil para espalhar o fosfato, fundamental para as células apresentarem energia, durante a divisão da célula em ambientes desprovidos de nutrientes. É uma opção que proporciona proteção para o organismo em situações como essas.
“Mas isso não quer dizer que as pessoas devam fazer jejum para que a enzima seja ativada e a célula seja protegida, já que, com quantidades suficientes de nutrientes, a divisão celular simplesmente não precisa da ação da AMPK para concluir a mitose”, diz Bignardi.
Na pesquisa realizada com células humanas, os especialistas utilizaram um procedimento capaz de identificar e acompanhar quais proteínas são transformadas pela atuação da enzima. Eles descobriram 32 proteínas, sendo que 28 eram até então ignoradas. “É a primeira vez que o método de triagem tem sido aplicado à enzima AMPK em células vivas humanas”, diz Anne Brunet, coordenadora do estudo e professora de genética da Universidade de Stanford.
“Diante da privação de nutrientes, a enzio bma é importante para a célula completar a mitose com segurança e evitar instabilidade genômica”. Segundo a especialista, a descoberta pode ter efeitos para todos os tipo de células em divisão.
De acordo com os especialistas, a identificação de novas células comprometidas pela AMPK elevam os alvos potenciais para tratamentos de males como o câncer. Além disso, a ferramenta de seleção usada no estudo pode ser vantajoso na pesquisa de outros tipos de enzimas.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Comer pouco combate Alzheimer e Parkinson e aumenta expectativa de vida, diz pesquisa
Ratos criados com pouca comida viveram em média 40% mais
R7
A redução da ingestão diária de alimentos a cerca de 500 calorias (pouco mais do que alguns legumes e chá) por dois dias pode aumentar a vida dos seres humanos, afirma reportagem do diário britânico The Guardian. Pesquisadores do Instituto Nacional sobre o Envelhecimento, em Baltimore, Estados Unidos, afirmam que ratos e camundongos criados com pouca comida aumentam sua vida útil em até 40% e que efeito semelhante foi observado em seres humanos.
De acordo com o chefe do laboratório do instituto de neurociências do Instituto, Mark Mattson, “morrer de fome ocasionalmente” pode evitar não só problemas de saúde e morte precoce, mas retardar o aparecimento de condições que afetam o cérebro, incluindo acidentes vasculares cerebrais.
- Nossos experimentos com animais sugerem claramente isso.
Até a multiplicação de neurônios no cérebro pode ser afetada por muita ou pouca ingestão de energia. Quando a ingestão de calorias é drasticamente reduzida, dois “mensageiros celulares” aumentam o aparecimento de neurônios, processo contrário ao efeito causado por Alzheimer e Parkinson.
- As células do cérebro são colocados sob estresse leve [...] O efeito geral é benéfico.
Confira também
Agora a equipe de Mattson está se preparando para estudar o impacto desse “jejum” sobre o cérebro usando ressonância magnética e outras técnicas. Se esse elo final puder ser estabelecido, Mattson acredita que será possível melhorar o funcionamento do cérebro por meio de “ataques de restrição de energia intermitente".
Em outras palavras, eles poderiam cortar a ingestão de alimentos a um mínimo de dois dias por semana, enquanto se delicia nos outros cinco.
- Nós descobrimos que funciona muito bem do ponto de vista psicológico. Você pode colocar-se em ter praticamente todo o alimento para um dia se você sabe que para os próximos cinco você pode comer o que quiser.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Jejum colabora no tratamento do câncer

O estudo foi feito em ratos e ainda não há comprovação do mesmo resultado em humanos
Jejuns curtos e severos têm um impacto similar ao da quiioterapia em certos tipos de câncer, e os dois procedimentos combinados aumentam substancialmente o índice de sobrevida, segundo estudo feito com ratos e que foi publicado nesta quarta-feira (8) na revista Science Translational Medicine.
A pesquisa, liderada por Valter Longo, professor de gerontologia e ciências biológicas na Universidade Southern Califórnia, nos Estados Unidos, constatou que em cinco de oito tipos de câncer em ratos o jejum atuou de forma positiva, pois a privação de alimentos tornou o crescimento dos tumores mais lento.
E em todos os casos "a combinação de ciclos de jejum com a quimioterapia foi mais ou muito mais eficaz que a quimioterapia sozinha", explicou Longo.
Os pesquisadores afirmaram que os múltiplos ciclos de jejum combinados com quimioterapia curaram 20 % dos ratos afetados por um tipo de câncer infantil altamente agressivo, que tinha se propagado por todo o corpo, e 40% dos ratos com uma propagação menor do mesmo tumor.
Nenhum dos ratos, em ambos grupos, sobreviveu só com a quimioterapia. O professor advertiu que só provas clínicas, que ainda levariam anos para serem concluídas, comprovarão se o tratamento é eficaz em humanos.
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